The title of the performance refers to a data transmission process that attempts, through information redundancy, to send some content as faithfully as possible. However, during the presentation, errors appear in the form of noise that destabilize the transmission, returning incomplete and deteriorated results. The title is an analogy to contemporary communication, where dialogue is increasingly noisy, making communication between people incomplete and sometimes impossible. We struggle to create an impossible dialogue, where each side resends their perspectives, but these do not find a return in the interlocutor. For this performance, I created a program that reads each pixel of the original image captured by a satellite and converts the result into light intensity. The captured image from the satellite is displayed, pixel by pixel, in synchrony with the light, showing the intensity of each pixel of the image, through two light spots. Sounds captured from the satellite, in addition to serving as a basis for converting data into the final image, are the raw material for all the sounds used in the performance. The improvisation in the execution of the sound part makes explicit the limit of the error to which the artist submits when trying to create live music without scores or preconceived paths.
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O titulo da performance remete a um procedimento de transmissão de dados que tenta, por meio da redundância de informação, efetuar o envio de algum conteúdo da maneira mais fiel possível. Durante a apresentação, no entanto, o erro aparece na forma de ruídos que desestabilizam a transmissão, retornando resultados incompletos e deteriorados. O titulo é uma analogia à forma de comunicação contemporânea, onde o diálogo é cada vez mais ruidoso, tornando a comunicação entre pessoas incompleta e por vezes impossível. Ficamos lutando para criar um diálogo impossível, onde cada lado reenvia suas perspectivas, mas estas não encontram retorno no interlocutor. Para esta performance criei uma programação que lê cada pixel da imagem original capturada por um satélite e converte o resultado em intensidade de luz. A imagem capturada do satélite é exibida, pixel a pixel, em sincronia com a luz, mostrando a intensidade de cada pixel da imagem, por meio de dois spots de luz. Sons capturados do satélite, além de servir como base para a conversão dos dados na imagem final, são a matéria prima de todos os sons usados na performance. O improviso na execução da parte sonora explicita o limite do erro ao que o artista se submete ao tentar criar uma música ao vivo, sem partituras ou caminhos pré concebidos.








