[work in progress]
The presentation mixes various media in an integrated system where each element is part of the whole and dialogues with the others without hierarchies. Sound, image, programming, digital and analog instruments make up an audiovisual unit that takes the viewer on a journey that begins in space and gradually approaches the human being through conceptual and aesthetic abstractions.
At a time when we are experiencing necropolitics, epidemics and climatic catastrophes, the performance ends up raising a question of resilience; of trying to bear all the problems and still live, pulsate, exist. Without referring directly to social or political issues, this work tries to say that the greatest form of resistance is to shine; emanate energy in the form of light. The Pulsar is considered a space beacon, through which intergalactic travelers can guide themselves. This pointing the way is also an act of courage in a world full of copying, repetition and cancellation. The intention of this performance is to leave this door open, proposing that our limits are far beyond what we imagine.
In scientific terms, a Pulsar is a neutron star that spins at such a speed that it begins to create a magnetic field around its axis, sending a beam of waves through space. However, the objective meaning of Pulsar is just a way to discuss issues much closer to the human being, such as life, rhythm and resilience. As the performance progresses, these themes are approached in an abstract way, seeking to capture the spectator mainly through sensations. Projection of images, lasers and lights form the medium for everything to happen in visual terms. The music is played by digital and analog sound instruments, some created by the artist himself.
In performance, everything is executed in real time, through generative programs that make each presentation unique, by avoiding the looped repetition of sounds and images. Everything is generated on the spot, in real time, with audiovisual improvisation as the presentation’s modus operandi.
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[performance ainda em desenvolvimento]
A apresentação mescla várias mídias em um sistema integrado onde cada elemento faz parte do todo e dialoga com os demais sem hierarquias. Som, imagem, programação, instrumentos digitais e analógicos compõem uma unidade audiovisual que conduz o espectador em uma viagem que começa no espaço e vai aos poucos se aproximando do ser humano por meio de abstrações conceituais e estéticas.
No momento em que vivemos a necropolítica, epidemias e catástrofes climáticas, a performance acaba levantando uma questão de resiliência; de tentar suportar todos os problemas e ainda viver, pulsar, existir. Sem se referir diretamente a questões sociais ou políticas, este trabalho tentar dizer que a maior forma de resistência é brilhar; emanar energia na forma de luz. O Pulsar é considerado um farol espacial, por meio do qual os viajantes intergaláticos podem se guiar. Este apontar o caminho é também um ato de coragem em um mundo repleto de cópias, repetições e cancelamentos. A intenção desta performance é deixar aberta esta porta, propondo que nossos limites estão muito além do que imaginamos.
Em termos científicos, um Pulsar é uma estrela de neutrons que gira a uma velocidade tão grande que começa a criar um campo magnético em torno do seu eixo, emitindo um feixe de ondas pelo espaço. Porém, o significado objetivo do Pulsar é apenas um caminho para discutir questões muito mais próximas do ser humano, como vida, ritmo e resiliência. À medida que a performance avança, estes temas passam a ser abordados, de maneira abstrata, buscando capturar o espectador principalmente por meio das sensações. Projeção de imagens, lasers e luzes formam o meio para que tudo aconteça em termos visuais. Já a música é tocada por instrumentos sonoros digitais e analógicos, alguns criados pelo próprio artista.
Na performance tudo é executado em tempo real, por meio de programas generativos que tornam cada apresentação única, ao evitar a repetição em loop de sons e imagens. Tudo é gerado na hora, em tempo real, tendo na improvisação audiovisual o modus operandi da apresentação.





