Dot, a videogame with no winner




Dot, a videogame with no winner' is an audiovisual performance with synchronized sounds and images, played by a 'game console' built and programmed by the artist, and controlled by retro videogame (Nintendo) joysticks. The instrument is completely autonomous and works without the need of a computer, using only a projector and sound system to play its content.

The project was created with the idea of criticizing some aspects of game logics, but using its own aesthetics, sounds and characteristic graphic elements. The performance criticizes, through abstract images, themes linked to videogames and people's everyday life, All images and sounds were created and programmed by the artist and they are played in real time, in a 30 minutes performance. For the live performance, the audience is invited to play with the artist, and both produce together the soundtrack and the images.

The performance has 5 parts, like the levels of a game. People from the audience are invited to play with the artist. They stay seated on cushions, on the stage, turned to the screen, controlling all the elements of the performance using 2 Nintendo joysticks - as if they were playing a videogame at home.

The performance works as a game, and each part deals with a specific theme:
- Level 1 - Fragment
Violence: critic to the stimulus of the use of violence in games. In a hole opened over a red background, the players movements draw veins that leave tracks of blood.
- Level 2 - Put you down
Ones value is measured by the diminution of the other. Two elements in the form of screws are stuck on the ground. The only possible action is to hit the 'opponent', sinking him more and more.
- Level 3 - Capital
Excess: each player controls the position of falling objects. This objects fill the screen until there's no more space for the player.
- Level 4 - Mimetism
Standardization: critic to fashion and the imitation behavior. Abstract shapes pass through the screen and the player should change his own shape in order to become similar or different from the others.
- Level 5 - To the Future
Decadence: Melancholic ending where both players goes down a 45 degrees ramp. The only possible movement is delaying the arrival of the bottom.

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Ponto, um videogame sem vencedor

É uma performance audiovisual com sons e imagens sincronizados, tocados em um “console” construído e programado por mim, e controlado por um joystick de videogame retrô (nintendo). A ideia é subverter a lógica dos games antigos, mas usando sua estética, sons e elementos gráficos característicos. A performance trata de alguns temas ligados aos videogames ou aspectos do cotidiano de forma crítica, através de imagens abstratas. Todas as imagens e sons são criados por mim e tocados em tempo real, em uma performance de aproximadamente 30 minutos. Na apresentação, é proposta a participação do público, que pode “jogar” comigo durante a performance. Este instrumento é completamente autônomo, e funciona sem a necessidade de um computador. Só é preciso ligar as saídas no projetor e sistema de som.

A apresentação é composta de 5 partes, como se fossem níveis de um game. eu chamo uma (ou mais) pessoa(s) do público para "jogar" comigo. são 2 joysticks de Nintendo que controlam a performance. eu uso um e o público o outro. os sons e imagens são gerados a partir do movimento dos "jogadores". ficamos sentados no palco virados em 45 graus para a tela, como se estivéssemos em casa, sentados em almofadas.

O público pode ver o instrumento (console) e nossas ações nos joysticks. a apresentação funciona como se fosse um jogo, e cada parte fala sobre um tema. as imagens e sons remetem à estética dos primeiros games e são em baixa resolução (400x300). A interface é um instrumento digital autônomo que não usa computador desenvolvido por mim. todos os sons e imagens da performance são gerados por ele.

as partes tratam dos seguintes temas:
- Level 1 - Estilhaço
violência: crítica ao estímulo do uso da violência nos jogos. em um buraco aberto num fundo vermelho os jogadores vão abrindo veias, deixando rastros de sangue.
- Level 2 - Abaixo Você
rebaixamentos: o valor medido pela diminuição do outro. dois elementos de forma similar a parafusos estão fincados no chão. a única ação possível é bater no outro, que a cada martelada do "adversário" se afunda mais no chão.
- Level 3 - Capital
excesso: cada jogador controla objetos que caem. estes objetos vão enchendo a tela (como num jogo tetris) até não sobrar mais espaço para ele, que fica esmagado no topo da tela.
- Level 4 - Mimetismo
massificação: crítica à moda e ao comportamento de imitação. formas abstratas passam pela tela e o jogador deve mudar a sua própria forma para ficar igual ou diferente dos outros.
- Level 5 - Para o Futuro
sentido: para baixo. final melancólico onde ambos os jogadores vão descendo uma rampa de 45 graus. o único movimento possível é o adiamento da chegada ao fundo.


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Live at roBOt Festival, Bologna (ITA)



 

roBOt Festival - Bologna (ITA), October, 1st, 2011 | photo: bruna finelli

roBOt Festival - Bologna (ITA), October, 1st, 2011 | photo: bruna finelli

roBOt Festival - Bologna (ITA), October, 1st, 2011 | photo: bruna finelli

roBOt Festival - Bologna (ITA), October, 1st, 2011 | photo: bruna finelli

Mostra Live Cinema - São Paulo (BRA), October, 7, 2011 | photo: agnaldo mori

Mostra Live Cinema - São Paulo (BRA), October, 7, 2011 | photo: agnaldo mori

Mostra Live Cinema - São Paulo (BRA), October, 7, 2011 | photo: agnaldo mori